Amor de carnaval: casais que se conheceram em Olinda transformam folia em relacionamento duradouro

  • 12/02/2026
(Foto: Reprodução)
Casais que se conheceram no carnaval celebram mais de uma décaade de união Quem disse que um amor de carnaval dura apenas os quatro dias de folia? A história pode ser diferente e flertes surgidos no meio da multidão também podem virar relacionamentos duradouros. Casais apaixonados contam suas histórias e se preparam para curtir mais um carnaval. Em Olinda, a estimativa é que mais de 4 milhões de pessoas passem pelo carnaval da cidade em seis dias de festa. E foi no meio de tanta gente que surgiu um romance que já tem mais de uma década. ✅ Receba no WhatsApp as notícias do g1 PE Os corretores de imóveis Flávio Ribeiro e Karla Roma se conheceram no carnaval de 2012. O primeiro beijo foi na frente da sede do famoso bloco Pitombeira dos Quatro Cantos e, de lá para cá, estreitaram laços e construíram família. "De repente, a gente conversando, brincando, foliando, aí vinha aquela morena tropicana descendo no meio. Olhei para ela, fiquei encantado, só existia ela ali naquele momento. Fiquei olhando ela vindo. [...] A gente foi morar junto dois meses depois. Ela engravidou, nós temos um filho que hoje tem 12 anos e trabalhamos juntos. Estamos aqui há quase 14 anos", relembra Flávio. Karla conta que a paixão foi recíproca desde o começo. "Eu bati o olho também, teve aquela conexão, achei ele bem interessante. [...] No desenrolar da noite, a gente foi conversando mais, foi quando teve o primeiro beijo ali na Rua do Bonfim, que a gente se apaixonou", disse. Casal que se conheceu no carnaval de Olinda Reprodução/TV Globo Reencontro de carnaval O carnaval também pode reaproximar quem a vida já tinha afastado. Na Rua Prudente de Morais, outro famoso cartão postal de Olinda, um ex-casal da adolescência se encontrou na folia de 2016. De cima da varanda, a analista tributária Fernanda Pereira reconheceu o fotógrafo Aldo Pereira, seu ex-namorado. O reencontro mais de doze anos depois mostrou que ainda existia muito amor. "Corri para varanda para ver a bateria e, quando olhei, ele estava lá embaixo, no cordão de isolamento. [...] Quando acabou o desfile, fui falar com ele e a gente deu um abraço. O coração batendo igual à bateria", contou. Fernanda e Aldo se casaram e tiveram uma filha, Lua. Em 2026, eles celebram dez carnavais após passarem por um grande desafio em 2025. Fernanda teve a síndrome de Guillain-Barré e foi o amor pelo carnaval e o apoio do companheiro que a ajudaram em sua recuperação. "Foram sete meses de recuperação, entre UTI e clínica de reabilitação, porque eu tive que voltar a falar, andar", recorda Fernanda. Aldo diz que foi através da bateria que ela encontrou o caminho de retomar seus movimentos. "Toda fisioterapia dela foi com o tamborim dela, e isso ajudou muito. A energia positiva que ela recebia dos vídeos dos ensaios fez com que ela tivesse cada vez mais força para sair dessa situação", conta. VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias

FONTE: https://g1.globo.com/pe/pernambuco/carnaval/2026/noticia/2026/02/12/amor-de-carnaval-casais-que-se-conheceram-em-olinda-transformam-folia-em-relacionamento-duradouro.ghtml


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